segunda-feira, 27 de junho de 2011

Esse devorador de coisas.


O tempo, o único capaz de moldar o que é imutável. Hoje não é mais como ontem e não se parecerá com o amanhã.
Quando saio na rua, quando fecho meus olhos e penso no passado vejo tudo que vivi, o que poderia ter vivido que se foi com uma brisa que bateu, com o tempo que passou.
Ontem não existe mais, hoje é apenas hoje e o amanhã é incerto. Tudo será passado, será perdido com o tempo, talvez lhe restem memórias que com o tempo também se perderão.
Tudo que fiz foi um pouco de tempo a menos na minha vida, o tempo manda em tudo, o tic-tac do relógio passa a cada segundo e o tempo vai levando tudo que quiser e com um pouco mais de tempo também me levará.
O tempo não se perde e sim as coisas que o rodeiam, todas as coisas dependem dele para acontecer, já ele não depende de ninguém, ele é apenas o tempo que independente de qualquer coisa está aí rodeando todos que o rodeiam.

Patrícia Iêda.


Nala, meu dengo.


'' Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. (...) Às vezes, era preciso um cachorro com mau hálito, péssimos modos e intenções puras para nos ajudar a ver."
(Marley e Eu - John Grogan - pág. 292)

- Por Deus! Eu me dou melhor com os bichos do que com gente.
Nala, dengo da minha vida. (L)